Janeiro Branco

A saúde mental é frequentemente negligenciada, sendo associada apenas a momentos de crise. No entanto, ela está presente em todas as áreas da vida: nas relações afetivas, no trabalho, na autoestima, nas decisões e na forma como o mundo é percebido. Quando não é cuidada, sinais silenciosos podem surgir, como ansiedade constante, tristeza persistente, irritabilidade, sensação de vazio e esgotamento emocional.

Metas para Vida

Uma retrospectiva interna costuma ser acionada, e com ela surgem sentimentos diversos: realizações, alívios, frustrações ou cobranças silenciosas.

Nesse momento, costuma ser questionado:

O que foi conquistado? O que ficou pelo caminho?

Essas reflexões não acontecem por acaso — elas revelam muito sobre como a vida tem sido conduzida internamente.

Feminicídio em 2025

A informação salva vidas.
Quando a mulher entende os sinais — controle excessivo, ciúme doentio, manipulação emocional, isolamento, chantagem, humilhações — ela consegue perceber que a relação está deixando de ser afetiva e passando a ser destrutiva.

O conhecimento é uma ferramenta de proteção.
A orientação adequada pode evitar que histórias como as citadas se repitam.

Transtornos Mentais em Professores

A rotina docente tem sido atravessada por conflitos, demandas impossíveis, metas abusivas, indisciplina crescente e falta de apoio estrutural. A saúde mental dos professores está sendo fragilizada em ritmo acelerado, enquanto suas dores — internas e externas — permanecem frequentemente invisíveis. 

O Caso dos Alunos de 12 Anos em Salvador 

Recentemente, um caso ocorrido em Salvador, Bahia, despertou perplexidade e tristeza. Quatro alunos, três meninas e um menino, todos com apenas 12 anos, foram descobertos planejando envenenar as professoras de inglês e matemática. A motivação? O medo da reprovação e o desejo de escapar das consequências escolares. 

 Personalidade Antissocial

Quando a empatia é substituída pelo prazer em dominar ou ferir, a infância perde sua essência mais pura. Crianças que apresentam traços antissociais tendem a desafiar regras, desrespeitar limites e demonstrar frieza diante do sofrimento alheio. Esses comportamentos não surgem de um dia para o outro; eles são construídos lentamente, a partir de experiências afetivas, familiares e sociais desestruturadas. 

O Último Abraço

O último abraço deixou uma marca não apenas na história daquela família, mas em toda a
sociedade. Ele escancara a urgência de investir em educação emocional, em políticas
públicas de prevenção e no fortalecimento de vínculos familiares. Cada vida perdida é um
alerta de que precisamos olhar para além do ato, enxergando as origens do sofrimento
humano.